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Métodos alternativos para estudos em animais

Uma vez que esses métodos alternativos são validados e aceitos pelas autoridades regulatórias, eles são implementados na Bayer e usados rotineiramente para substituir o uso de animais em pesquisa.

Nos últimos anos, vários métodos foram desenvolvidos como alternativa aos estudos em animais. Uma vez que esses métodos alternativos são validados e aceitos pelas autoridades regulatórias, eles são implementados na Bayer e usados rotineiramente para substituir o uso de animais em pesquisa e desenvolvimento de um produto.

Dentre as iniciativas, a Bayer esteve envolvida no desenvolvimento de um teste de fototoxicidade, que detecta o potencial fototóxico de uma substância sob a luz ultravioleta. Este é um efeito colateral indesejado para os compostos químicos. O teste foi validado pela OCDE em 2003 e agora é usado para substituir o teste em animais.

Esse é apenas um exemplo de métodos desenvolvidos com a colaboração da Bayer. A tabela a seguir lista vários testes estabelecidos pela Bayer ou com uma contribuição significativa da empresa:

Nome do testeObjetivoPotencial de substituição
Teste de fototoxicidade 3T3 NRUTeste in vitro para identificação do potencial fototóxico de um compostoSubstituição parcial de estudos in vivo para investigação de possíveis efeitos fototóxicos de compostos 
Teste de permeabilidade e opacidade da córnea bovina (BCOP)Alternativa in vitro ao teste de coelho in vivo (Teste de Draize) para irritação ocularEstratégia de teste escalonado para substituir ou reduzir estudos in vivo para a identificação de produtos químicos industriais, defensivos ou medicamentos
Epitélio da córnea humana (Teste HCE)Alternativa in vitro ao teste de coelho in vivo (Teste de Draize) para irritação ocularEstratégia de teste escalonado, para substituir ou reduzir estudos in vivo para a identificação de produtos químicos industriais, defensivos ou medicamentos
HET-CAMEnsaio da membrana corioalantoide (teste conduzido em embriões de galinha in ovo) como alternativa ao teste de coelho in vivo (teste de Draize) para irritação ocular Estratégia de teste escalonado, para substituir ou reduzir estudos in vivo para a identificação de produtos químicos industriais, defensivos ou medicamentos
Modelo 3D de pele humanaAlternativa in vitro ao teste de coelho in vivo (teste de Draize) para irritação e corrosão da peleSubstituição de estudos in vivo para a identificação de produtos químicos industriais, defensivos ou medicamentos que podem causar irritação ou corrosão da pele. Pode ser usado para detectar produtos químicos fotorreativos se aplicados em combinação com luz ultravioleta
Cultura Mishell-DuttonAlternativa in vitro para ensaios de resposta imune de rato ou camundongo in vivo (TDAR)Redução no número de grupos de animais que devem ser tratados com a substância de teste
Ensaio de reatividade direta de peptídeos (DPRA)Ensaio químico que determina a reatividade dos itens de teste com peptídeos modeloBateria de teste químico in vitro para a identificação de compostos sensibilizantes dérmicos. A estratégia de teste in vitro integrada substituirá o ensaio de sensibilização dérmica in vivo
Ensaio de fosfolipidoseAlternativa in vitro para a identificação de candidatos a fármacos para indução de fosfolipidoseEvitar a experimentação em animais pela identificação precoce de candidatos a fármacos com propriedades desfavoráveis
Novos biomarcadores de cardiotoxicidade e nefrotoxicidadePrevisão mais precoce e mais sensível de toxicidade cardíaca e renal de candidatos a fármacosRedução da carga em animais e refinamento de diagnósticos clínico-químicos usando biomarcadores mais sensíveis
Integração de testes de genotoxicidade em estudos de toxicidade de dose repetida (grupo de trabalho IWGT)Teste de micronúcleo e/ou teste cometa são incorporados em estudos de dose repetidaRedução do uso de animais (não há necessidade de realizar estudos de genotoxicidade in vivo) e refinamento da avaliação de genotoxicidade, levando em consideração, por exemplo, dados toxicocinéticos, hematológicos e histopatológicos
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